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Governo confirma duas mortes provocadas pela depressão Kristin

Executivo lamenta vítimas mortais, apresenta condolências às famílias e garante esforços máximos para repor a normalidade nas zonas mais afetadas

O Governo confirmou esta quarta-feira a morte de duas pessoas na sequência da depressão Kristin, que tem atingido Portugal continental com vento muito forte, chuva intensa, agitação marítima e queda de neve em várias regiões. Em comunicado oficial, o Executivo lamenta profundamente a perda de vidas humanas e apresenta “sentidas condolências às famílias” das vítimas, sublinhando que acompanha de forma permanente a evolução da situação meteorológica.

Na mesma nota, o Governo reforça a importância de a população cumprir rigorosamente as orientações das autoridades, apelando à redução de deslocações e à evitação de circulação nas zonas mais afetadas pelo mau tempo. “É fundamental seguir as orientações das autoridades e evitar a circulação em áreas de maior risco”, refere o comunicado, numa altura em que se multiplicam ocorrências relacionadas com quedas de árvores, estruturas e interrupções de serviços essenciais.

O Executivo garante ainda que estão a ser desenvolvidos todos os esforços para a reposição da normalidade, sobretudo ao nível do fornecimento de energia elétrica, das vias de comunicação e dos transportes. Algumas das intervenções necessárias exigem trabalhos físicos complexos no terreno, o que poderá atrasar a normalização total em determinadas localidades mais afetadas pela tempestade.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) tem estado a coordenar toda a resposta operacional da administração pública, articulando meios de socorro, forças de segurança e entidades essenciais. Segundo o Governo, a Proteção Civil irá prestar novas informações à população à medida que a situação evoluir e forem apurados mais dados sobre os impactos da depressão Kristin.

Portugal continua sob forte influência desta depressão atlântica, com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) a manter 12 distritos do continente sob aviso vermelho, devido ao risco elevado associado ao vento forte e à agitação marítima. As autoridades alertam que a situação deverá manter-se crítica até às primeiras horas da manhã, recomendando especial prudência à população.

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