António José Seguro vive momentos de profunda tristeza em tempos de Páscoa ao perder um pessoa muito importante da sua formação pessoal, com quem cresceu na sua terra natal, Penamacor. Trata-se de Francisco Ribeiro, que foi seu professor e amigo, padrinho, e com quem mantinha uma ligação muito especial até aos dias de hoje.
Acabei de me despedir do meu professor e meu amigo, Francisco Ribeiro. Falámos pela última vez ao telefone, poucas semanas atrás. Senti em cada palavra o orgulho do seu afilhado ser Presidente da República. A conversa fluiu. Em nenhum momento senti que seria a última vez que falávamos. Despedimo-nos com um até breve. Um breve que se tornou eterno”, começou por escrever nas redes sociais o Chefe de Estado, que regressou à sua terra de nascimento para a despedida do amigo.
“Hoje, a Luísa, sua mulher, disse-me que ele não largava o livro que o Rui Gomes escreveu sobre mim. Senti-me ainda mais próximo. De regresso de Penamacor percorro tantos momentos de alegria partilhada, no colégio, na sua caminhada para Presidente da Câmara e depois como Presidente da Câmara e eu da Assembleia Municipal. Recordo a sua forma simples de ser, o seu trato educado e gentil. Recordo a visita que os meus colegas de direção do fórum europeu da juventude fizeram a Penamacor e a sua admiração pelo Presidente da Câmara que os recebera oficialmente estar, horas mais tarde, a cozinhar a sopa de lebre para o nosso jantar. Foi alguém que me marcou. E por isso, ficará sempre comigo.”
Recorde-se que, apesar de ter saído há vários anos de Penamacor, residindo atualmente nas Caldas da Rainha com a mulher, Margarida Maldonado, António José Seguro sempre manteve uma ligação muito próxima com a sua terra natal, onde investiu na criação de um alojamento local e de uma vinha. Sempre que pode, o Presidente da República regressa a Penamacor, como aconteceu agora em tempos de Páscoa, ainda que por motivos menos felizes.



















