Rui Borges, treinador do Sporting, disse, na zona de entrevistas rápidas da RTP, que a equipa pareceu algo desligada do encontro, salientando a falta de proatividade. O técnico leonino demonstrou, por fim, a tristeza por terminar a temporada sem qualquer título.
Sporting foi ineficaz
«Não conseguimos finalizar, não finalizamos da melhor forma, não fomos capazes e eles, em dois lances, acabam por ser felizes, porque conseguiram aquilo que nós sabíamos que eles eram bons, aquilo que nos podiam ferir. Bolas paradas, esquemas táticos, acabam por marcar logo um golo numa fase inicial, o que leva que é uma equipa muito competitiva defensivamente e nós nunca conseguimos ter uma consistência de jogo ao longo dos 90 minutos que nos levasse a ser melhores do que eles neste tempo regulamentar e que nos fizesse dar a volta ao resultado.»
Equipa pouco proativa
«Eu acho que foi o próprio desenrolar do jogo nos levou a trazer esse cansaço mental também à equipa, infelizmente. Andámos sempre a reagir, nunca fomos proativos. Andámos sempre a reagir a tudo e quando assim é, acaba por, às vezes, não correr bem, que foi o caso. Dar os parabéns ao adversário, que acaba por ser justo vencedor.»
Mudanças não surgiram efeito
«Eu fiz as alterações ainda com algum tempo, mas as últimas tiveram mais 35 minutos ou 40 para dar essa energia e acabou por não ser a energia que nós esperávamos. Tínhamos gente para finalizar dentro da área, eles estavam a defender com linha de seis, sete homens, difícil, competitivos, no jogo aéreo também. Não fomos capazes e é dar mérito ao adversário também naquilo que é a defesa da área.»
Sentimento de tristeza
«Acaba por ser deixar triste, é um sentimento de tristeza grande para todos nós, realmente acabar a época sem títulos. A equipa mostrou muita qualidade, mas chegar ao fim e não ter conquistas… este clube vive de conquistas, nós temos que ter essa responsabilidade de assumir isso. Não fomos capazes de dar troféus ao clube, nem aos adeptos que mereceram ao longo de toda a época, por todo o apoio que mostraram. Mas é o futebol.»















