Em declarações aos jornalistas, o presidente dos ‘dragões’ reiterou que o emblema da Invicta está “absolutamente tranquilo”.
A crispação entre Sporting e FC Porto não deverá ter fim em breve, com o dirigente a assumir que será “implacável” com o rival “relativamente à difamação, calúnia e aos atentados contra o bom nome” dos azuis e brancos.
Mas não se ficou por aqui no ataque ao clube lisboeta:
“O Sporting tentou fazer um aproveitamento, tal como fez aproveitamento das capas de jornais quando foi jogar ao Dragão, e é lamentável esta vitimização permanente.”
Villas-Boas virou ainda a mira para o presidente dos ‘leões’, Frederico Varandas, acusando-o ser “incendiário” no que ao “Conselho de Arbitragem, instituições e clubes de futebol” diz respeito e acrescentou: “Relativamente às pessoas, com ataques pessoais que foram claros e bárbaros relativamente à minha pessoa.”
O líder do clube azul e branco sublinhou ainda que não pode permitir que “se suje o nome do FC Porto”. “É isso que faz o presidente do Sporting”, atirou.
Varandas também foi recebido pela ministra
O presidente do Sporting também foi recebido esta quarta-feira por Balseiro Lopes, que, de seguida também reuniu com o líder do FC Porto, André Villas-Boas, sobre os incidentes ocorridos no jogo da primeira jornada da fase de apuramento de campeão nacional de andebol, entretanto alvo de um inquérito por parte do Ministério Público (MP).
Os ‘leões’ acusaram os ‘dragões’ de “práticas obscuras”, após elementos da equipa de andebol ‘verde e branca’ terem recebido assistência médica no sábado, no Dragão Arena, no Porto, antes da vitória dos bicampeões nacionais sobre o FC Porto (33-30), no arranque da segunda fase do campeonato.
O jogo iniciou-se com cerca de 15 minutos de atraso, depois de a equipa visitante se ter queixado de um odor intenso no seu balneário, que levou o treinador Ricardo Costa e o jogador congolês Christian Moga a serem assistidos no local.
O Ministério Público instaurou um inquérito criminal após os incidentes no jogo de andebol. De acordo com o MP, os factos “poderão “configurar crimes de natureza pública”.
O FC Porto desmentiu a situação e considerou, ainda no sábado, como “graves e abusivas” as acusações dos ‘leões’, referindo ter contactado a PSP para verificação das condições no pavilhão do clube ‘azul e branco’.
A direção da Federação de Andebol de Portugal (FAP) efetuou uma participação ao Conselho de Disciplina (CD) para o apuramento de responsabilidades disciplinares aos incidentes verificados no clássico, que reforçou a liderança isolada do Sporting a cinco jornadas do fim da prova.






















