Rita Fazenda de Oliveira tinha 27 anos e era natural de Alcorochel, no concelho de Torres Novas. Estudou no ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, onde concluiu a licenciatura em Matemática Aplicada à Economia e à Gestão.
Rita Oliveira trabalhava atualmente no escritório de Lisboa da PwC Portugal, empresa ligada às áreas de auditoria, fiscalidade e consultoria, desempenhando funções como Senior Associate. Tudo aconteceu este domingo, quando se preparava para seguir viagem rumo a mais um dia de trabalho na capital.
Rita já estaria atrasada quando chegou à estação ferroviária de Riachos, no concelho de Torres Novas. A passagem pedonal encontrava-se com sinal vermelho, mas, segundo outros utentes da estação, a jovem trabalhadora terá pensado que o comboio que se aproximava seria o regional Tomar–Lisboa, que efetua paragem na estação e permite normalmente atravessar com tempo. No entanto, o comboio que circulava naquele momento era um Alfa Pendular, que seguia em direção a Lisboa a alta velocidade. Rita tropeçou na passagem de nível segundos antes da composição passar.
Para além do percurso académico e profissional, Rita destacou-se ainda pelo envolvimento em ações de voluntariado internacional em Cabo Verde, onde deu aulas a crianças e participou em projetos comunitários. Deixa os pais, Luís e Teresa, e uma irmã.













